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A Credibilidade Fiscal é um dos Maiores Desafios do Brasil

A Credibilidade Fiscal é um dos Maiores Desafios do Brasil

A Moody’s Investors Service, referência mundial de classificação de risco, apontou que a manutenção da credibilidade do quadro fiscal no Brasil será um dos maiores desafios após as eleições presidenciais. De acordo com a empresa, uma das três grandes agências de classificação de crédito do mundo, ter atenção a esses detalhes, independentemente do candidato escolhido, será fundamental para transmitir confiança aos investidores estrangeiros.

Vice-presidente e analista da Moody’s, Samar Maziad afirmou em nota que o resultado acirrado do 1º turno das eleições mostrou que “o próximo governo continuará a lidar com um Congresso muito fragmentado para avançar com uma agenda de reformas das políticas públicas”.

Dessa forma, entende-se que uma agenda de reformas estruturais terá um papel essencial “para apoiar um crescimento maior no médio prazo e facilitar os esforços de consolidação fiscal”. Além disso, ela afirmou ainda que “a manutenção da credibilidade do quadro fiscal no Brasil também será essencial para apoiar o perfil de crédito soberano”.

Recentemente a Moody’s revelou que o Brasil se encontra em uma perspectiva estável (nota “Ba2”). Entretanto, a classificação coloca o país em um espaço de grau especulativo, sendo considerado entre as nações mais arriscadas para investimentos no momento atual. A credibilidade fiscal emergiu como um desafio colossal para o Brasil no cenário pós-eleitoral, conforme destacado pela Moody’s Investors Service, uma referência global em avaliação de riscos. A análise da agência reitera a importância de manter a integridade fiscal, independentemente do resultado das urnas, como uma medida crucial para garantir a confiança dos investidores estrangeiros no ambiente econômico brasileiro.

Samar Maziad, Vice-presidente e analista da Moody’s, em comunicado, pontuou que o cenário eleitoral acirrado evidenciado no primeiro turno reflete um Congresso altamente fragmentado, que poderia potencialmente obstaculizar o avanço de uma agenda de reformas necessárias. Segundo ela, uma agenda de reformas estruturais é imperativa para catalisar um crescimento mais robusto no médio prazo e auxiliar nos esforços de consolidação fiscal.

Maziad ainda reforçou a relevância da manutenção da credibilidade fiscal para sustentar o perfil de crédito soberano do Brasil, um aspecto crucial para atrair e manter os investimentos estrangeiros.

Recentemente, a Moody’s categorizou a perspectiva econômica do Brasil como estável, atribuindo-lhe a nota “Ba2”. Contudo, tal classificação insere o país em uma categoria de grau especulativo, posicionando-o entre as nações consideradas mais arriscadas para investimentos no cenário atual.

A Moody’s é uma das três grandes agências de classificação de crédito do mundo e suas análises são amplamente respeitadas e referenciadas no meio financeiro internacional. Suas avaliações sobre a economia brasileira ressaltam a urgência de medidas fiscais prudentes e reformas estruturais para restaurar a confiança dos investidores e colocar o Brasil de volta no caminho de um crescimento econômico sustentável.

A ênfase na estabilidade fiscal não é apenas uma questão de restaurar a confiança dos investidores, mas uma necessidade premente para garantir uma fundação sólida para o crescimento econômico sustentável no futuro. Este chamado para uma gestão fiscal responsável e reformas estruturais vem em um momento crítico para o Brasil, cuja economia ainda se recupera dos efeitos adversos da pandemia de COVID-19 e enfrenta desafios políticos e sociais persistentes.

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